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Como conduzir equipes ágeis?

Photo by rawpixel on Unsplash

Quando recebemos a consultoria da K21 na minha Squad para fazer um trabalho de Coaching, uma das várias perguntas que eu fiz foi sobre condução de times ágeis.

Foi apresentado o Modelo de Tuckman, que eu não conhecia, e que através dele eu poderia identificar em que momento estamos como time e qual seria a melhor forma de conduzir. Então a resposta é: Depende!

Fui dar uma pesquisada para entender melhor o assunto e compartilho aqui com vocês.

Segundo Tuckman, que realizou uma pesquisa sobre a Teoria da Dinâmica de Grupo, as equipes passam por algumas etapas para que possam trabalhar bem juntas. Os estágios não são lineares, algumas equipes simplesmente ignoram um estágio e outras oscilam entre essas etapas. As equipes podem avançar ou retroceder no ciclo de desenvolvimento de grupo, e até mesmo ficarem encalhadas em um estágio menos desenvolvido que o desejado. E, sim, tudo isso afeta a produtividade.

https://recursoshumanos89.wordpress.com/2016/09/

Vamos conhecer cada etapa e a sugestão de como lidar com cada uma.

1 Formação — Forming é o estágio inicial, no qual os membros estão começando a interagir. É caracterizado por uma grande dose de incertezas. As pessoas estão se conhecendo, estão conhecendo as regras, relações de confiança ainda não foram estabelecidas e há um grande comprometimento de cada um.

Nessa fase o líder facilitador deve direcionar dando diretrizes do que deve ser feito, definir grau de autonomia e evitar expor cada membro para o time como um todo.

2 Tormenta / Atrito — Storming Caracterizado pela ocorrência de diversos conflitos no grupo, por conta de personalidades diferentes, divergências técnicas e falta de confiança, nessa etapa há pouca colaboração e retenção de conhecimento.

Nessa fase o líder facilitador deve fazer Coaching para ajudar a criar um ambiente de confiança, trabalhar individualmente cada membro e facilitar falarem de comportamentos e relacionamentos.

3 Normatização / Normação — Norming os integrantes começam a ficar mais próximos uns dos outros. Surge um sentido de identidade e os membros começam a agir como uma unidade coordenada. Aqui as pessoas colaboram, compartilham, há confiança mútua, estão abertos a críticas, respeitam as diferenças, admitem erros e fraquezas e há transparência no trabalho. O time tende a se auto-organizar.

Nessa fase o líder facilitador deve apoiar o time a progredir, estimular pequenas sugestões e desafios para que o time não se acomode.

4 Desempenho — Performing é o estágio no qual a estrutura do grupo é funcional e aceita, nesta fase o grupo está coeso. Aqui o time é criativo e colaborativo, criam conhecimento, chamam atenção uns dos outros, sentem a moral afetada quando não atingem os objetivos e têm alto grau de produtividade.

Nessa fase o líder facilitador deve delegar pois a equipe já consegue seguir as práticas ágeis sem precisar integralmente do Scrum Master, mas este deve se manter presente para sempre que o time precisar.

É isso, no mais devemos pesquisar as melhores técnicas e ferramentas para lidar com cada fase.

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