Like A Girl

Pushing the conversation on gender equality.

Code Like A Girl

Como foi falar sobre a Code Like A Girl

3 meses, 2 artigos depois, e eu não imaginava a proporção que escrever aqui iria tomar. Chegar no trabalho e alguém falar “Ei, eu li seu texto! Adorei!”, ver alguns comentários de pessoas que não conheço e pensar que talvez eu possa ter ajudado alguém de alguma forma foi muito bom!

No final de Setembro, os Desenvolvedores Júnior do escritório da Méliuz de Manaus deram o pontapé para uma ação maravilhosa, a Talk dos Juniores — e tem dado muito certo! Trata-se de um evento quinzenal, que possui o objetivo de aproximar as pessoas e as ajudar a se tornarem profissionais e seres humanos melhores.

A primeira reunião contou com uma apresentação individual sobre a experiência de cada um, e em seguida eu falei sobre o Code Like A Girl e meu primeiro texto.

Peguei a descrição da página do Facebook e refletimos sobre ela.

The Goal of Code Like A Girl is to amplify the voices of Women In Technology to change the way that society perceives them.

Muito provável que nessa parte eu já estava arrepiada. Que iniciativa linda! Em um mundo onde o preconceito está tão intrínseco na sociedade, que muitas vezes não conseguimos distinguir entre atitudes sexistas e não sexistas. Contribuir pra mudar essa realidade, dia após dia, é inspirador.

We want to help inspire young, middle aged, and old women to consider careers in technology.

Por que não mudar de área, se assim for seu desejo? Por que não dar Legos, Quebra-Cabeça, Video Games e tantos outros brinquedos geniais para as meninas? Por que não mostrar que a diversidade ajuda a tornar qualquer produto ainda mais completo para o usuário?

We want to encourage women in technology become leaders so they can make a larger impact.

Como eu queria ter mais inspirações femininas.

We want to work with feminist men to support, and champion the women already in the technology field.

Siiiim! Homens também podem participar!

“Quem se sentiu pronto quando entrou no mercado de trabalho?”. Uma mão levantada, entre cerca de 15 pessoas. As diversas experiências dos presentes contribuíram para uma discussão bem produtiva sobre o “Graduei! E agora?”. Uma mestra, um cara que trabalha e faz mestrado, diversas experiências com iniciação científica e estágios dos mais variados. Todos concordando que não existe uma resposta definitiva, mas meios pessoais para encontrá-la 😉

Fiquei muito feliz em ter contribuído pra Talk e em colaborar com o CLAG. Iniciativas assim são capazes de alcançar resultados que nem imaginamos.

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